Política

Gaby Ronalsa fala sobre enfrentamento a violência doméstica na pandemia

18/06/2020
Gaby Ronalsa fala sobre enfrentamento a violência doméstica na pandemia

A advogada Gaby Ronalsa usou as redes sociais para se posicionar sobre o enfrentamento da violência doméstica durante a pandemia do coronavírus. Além de aderir à campanha Sinal Vermelho lançada pela Associação de Magistrados Brasileiros (AMB) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

De acordo com Gaby Ronalsa o engajamento nas campanhas fortalece a luta contra a violência à mulher, essencial para diminuição dos índices e a procura para denunciar o agressor. A mobilização nas redes sociais pela campanha Sinal Vermelho, orienta a mulher que está isolada com o seu agressor, sofrendo abusos psicológicos e/ou violência doméstica e com menos oportunidade de pedir ajuda, que faça um ❌ na mão e mostre ao atendente de uma farmácia. A polícia militar será chamada.

“Sabemos da luta de muitas mulheres, por diversos motivos econômicos e sociais, não conseguem se separar do parceiro violento quando correm perigo. E agora nesse momento de pandemia que precisam ficar em casa ainda mais expostas ao seu agressor. É urgente a articulação de programas de prevenção e políticas de capacitação econômica”, destacou a advogada.

Já na capital alagoana, as prisões por violência doméstica em Maceió aumentaram 500% entre março e maio, de acordo com a Patrulha Maria da Penha, em relação ao ano passado no mesmo período. “Tudo que uma mulher precisa é coragem para denunciar uma situação de violência. É ter apoio. A vítima de violência precisa se sentir segura. Muitas mulheres sentem medo e por dependência financeira acabam também tendo mais medo de procurar os órgãos competentes. Tenho participado de encontros para fortalecer a rede de apoio para outras mulheres”, afirmou Gaby Ronalsa.

Denuncie

A denúncia de violência doméstica e/ou familiar também pode ser realizada de forma anônima pelo Disque 180, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, pelo Disque-Denúncia 100 ou ligando para o 190 da Polícia Militar.

Fonte: Assessoria