“Alagoas precisa muito de policiais operacionais. Estamos enfrentando uma cruzada contra a violência, por isso decidimos não protelar mais as nomeações, pois precisamos fortalecer a atuação da segurança. Inclusive, com a incorporação da reserva técnica da Polícia Civil, iniciando pelos policiais e depois nomeando delegados e outros profissionais”, afirmou o governador.
(Solenidade de nomeação de novos policiais civil - (Foto: Thiago Sampaio)
Renan Filho citou a questão da guerra de facções em Alagoas, responsável pelo aumento no número de homicídios nos últimos meses, e a necessidade de reforço e novas estratégias para combater a violência, como os Centros Integrados de Segurança Pública (Cisps) e a Força-Tarefa da Polícia Militar.
“Estamos ampliando os Cisps, que unem polícias Civil e Militar e que têm reduzido, em média, 35% o número de homicídios e ampliado a expectativa de segurança da população em várias cidades do interior de Alagoas”, detalhou.
O governador voltou a citar a redução do índice de homicídios na capital, que já chegou a ser a quinta mais violenta do mundo no ranking de cidades com mais de 300 mil habitantes e caiu 19 posições segundo a ONG Mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal.
