Política
Eduardo Tavares encontra-se com comerciantes e representantes do MST
O pré-candidato à Prefeitura de Traipu pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), o procurador de justiça licenciado do Ministério Público do Estado (MP/AL), Eduardo Tavares, vem discutindo e ouvindo as ideias dos diversos setores da sociedade para ajudar na criação de um plano de governo, a ser apresentado na convenção do partido neste sábado (30), das 9 às 17h, no Clube Margareth, em Traipu.
Nessa quarta (27), comerciantes e prestadores de serviço estiveram com o pré-candidato e solicitaram a criação de projetos que favoreçam a expansão da economia local e incentivem o turismo na cidade, pontos por eles referenciados como primordiais para que o município abandone a estagnação econômica. “Ouvir as necessidades da população é muito importante, acredito que é o primeiro passo para a criação de um plano que busque o desenvolvimento da cidade”, afirmou ao fim do encontro o professor Eduardo Gomes.
Já na última quinta-feira (21), representantes de assentamentos do Movimento Sem Terra (MST) do município, dentre eles: o Che Guevara, o Jacobina, o Marcação e o Sítio Novo. Margeado pelo Rio São Francisco e sendo o terceiro maior município de Alagoas, os trabalhadores rurais apontaram a necessidade de explorar de forma mais eficiente o potencial agrário da região, inclusive com a aquisição de equipamentos e corpo técnico para auxiliar no preparo da terra e apontar as melhores opções de cultivo para o clima semiárido.
“A ideia é criar um sistema de cooperativas que prezem pelo incentivo da agricultura de sustentabilidade, e em razão da posição geográfica no município, que está situado no semiárido, há de se compreender que as chuvas são escassas, por essa razão, um projeto de irrigação e poços artesianos nos assentamentos pode ser bastante válido. Também podemos criar alternativas de renda para as famílias do campo, uma solução viável e rentável é a piscicultura. A criação de tilápia, por exemplo, o quilo do filé desse peixe pode ser comercializado por R$ 28, e da tilápia tudo se aproveita, o couro é vendido para a fabricação de bolsas e cintos e até o esqueleto é aproveitado no artesanato”, afirmou Eduardo Tavares.
Fonte: Ana Daniella Leite/Assessoria