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SNF inicia agenda de resiliência climática diante das projeções de intensificação do El Niño

24/07/2026
SNF inicia agenda de resiliência climática diante das projeções de intensificação do El Niño
Fotos: Coordenado pelo Banco do Brasil e pela Caixa, com secretaria executiva da ABDE, grupo estabelece agenda conjunta para aprimorar coordenação, financiamento e gestão de riscos

O Grupo de Trabalho (GT) de Resiliência Climática do Sistema Nacional de Fomento (SNF) deu início, nesta quinta-feira (23), à sua agenda de trabalho com a realização da primeira reunião entre as instituições participantes. A iniciativa da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) busca fortalecer a atuação coordenada das instituições financeiras de desenvolvimento diante dos impactos dos eventos climáticos extremos, em um cenário de intensificação dos efeitos do El Niño.

Coordenado pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, com secretaria executiva da ABDE, o GT tem viabilizará uma atuação mais integrada do Sistema Nacional de Fomento no apoio a estados, municípios, empresas e produtores rurais, ampliando a capacidade de adaptação do país frente aos desafios climáticos. Para isso, o grupo atuará na organização de referências técnicas, compartilhamento de boas práticas, aperfeiçoamento de instrumentos financeiros, produção de dados e métricas comuns e formulação de propostas para enfrentar desafios regulatórios e operacionais relacionados aos eventos climáticos extremos.

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“O Sistema Nacional de Fomento já vem apresentando uma resposta importante à agenda climática. Ao mesmo tempo, ainda há lacunas e obstáculos que precisam ser superados para ampliar, de forma cada vez mais robusta, o financiamento à adaptação climática nas áreas urbanas e rurais do Brasil”, afirmou o diretor-executivo da ABDE, André Godoy.

A criação do GT foi motivada por uma consulta realizada pela ABDE junto às associadas e pelo cenário de maior imprevisibilidade climática, marcado pelas projeções de intensificação dos efeitos do El Niño. O levantamento identificou avanços importantes na agenda climática, mas também desafios comuns, como a necessidade de padronizar informações, aperfeiçoar a mensuração de riscos, fortalecer instrumentos de financiamento e ampliar a cooperação entre as instituições do Sistema Nacional de Fomento.

Fonte: Assessoria