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TJAL amplia acessibilidade em seus sites com novos recursos de inclusão digital
Os sites do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), da Corregedoria (CGJ) e da Escola da Magistratura (Esmal) ganharam novos recursos de acessibilidade. Além do tradutor de Libras, os usuários passam a contar com audiodescrição e navegação facial, podendo ainda modificar o contraste e a saturação da página, o espaçamento e tamanho das letras, definir cores, entre outras funcionalidades.
A ferramenta foi desenvolvida pela empresa Rybená, de Brasília, e implementada com apoio da Presidência do TJAL e da Diretoria de Tecnologia da Informação (Diati).
De acordo com Luciana Ebrahim, coordenadora da Divisão de Acessibilidade do TJAL, as modificações representam um ganho para a inclusão de magistrados, servidores e da população em geral.
"O jurisdicionado é plural. Há pessoas com deficiência, sem deficiência, pessoas alfabetizadas, com baixa alfabetização. A nova ferramenta mostra o respeito à pluralidade e a preocupação do Judiciário de Alagoas com a acessibilidade comunicacional, transparência e acesso à justiça", afirmou.
Os comandos "Libras", "Voz" e "+ Acessibilidade" ficam no lado esquerdo dos sites. "Um dos destaques é o recurso para simplificar textos. A gente sabe que além das deficiências visíveis, há aquelas invisíveis, como a intelectual. O usuário também pode colocar o cursor em cima de determinada palavra para saber o significado", explicou Luciana, ressaltando que a ferramenta usa inteligência artificial para oferecer mais recursos.
"Pessoas com baixa visão vão poder usar letras que destacam mais o texto. A navegação facial vai beneficiar quem é tetraplégico. Aperfeiçoamos o sistema anterior para acompanhar os vários espectros de deficiência", afirmou a coordenadora.
Dicom TJAL