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Visita técnica aproxima alunos do Cesmac da atuação da Defesa Civil de Maceió
A formação acadêmica ganha novos significados quando a teoria encontra a prática. Com esse propósito, alunos dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário CESMAC participaram, ao final do primeiro semestre letivo, de visitas técnicas ao Centro Integrado de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil de Maceió (CIMADEC) e às áreas afetadas pela subsidência do solo nos bairros do Pinheiro, Mutange, Bebedouro, Bom Parto e Farol. A atividade integrou as disciplinas de Topografia I e Topografia II e proporcionou aos estudantes uma experiência prática sobre a aplicação das geotecnologias no monitoramento de riscos geológicos e na gestão de desastres.
Durante a programação, os acadêmicos conheceram o funcionamento da estrutura de monitoramento da Defesa Civil de Maceió, considerada referência nacional no acompanhamento da subsidência do solo. Eles tiveram contato com tecnologias utilizadas no monitoramento em tempo real, como redes GNSS, drones, sensores LiDAR, equipamentos de monitoramento sísmico e sistemas de interferometria por radar (InSAR), além de visitarem áreas diretamente impactadas pelo desastre geológico, observando de perto as transformações urbanas, as obras de contenção e as estratégias empregadas para reduzir riscos e proteger a população.
Segundo a professora Caroline de Vasconcelos Lima, responsável pelas disciplinas, experiências como essa permitem que os estudantes compreendam a aplicação dos conteúdos aprendidos em sala de aula e desenvolvam uma visão mais ampla sobre a profissão. “Quando o aluno vivencia um caso real, ele percebe que a Topografia vai muito além dos cálculos e levantamentos. Ela integra um conjunto de tecnologias que contribuem diretamente para a prevenção de desastres e para a proteção de vidas. Essa aproximação entre a universidade e a prática profissional fortalece o aprendizado e prepara futuros engenheiros e arquitetos para atuar com competência técnica e responsabilidade social.”
Além de consolidar conhecimentos relacionados ao monitoramento geotécnico, geoprocessamento e sensoriamento remoto, a atividade levou os estudantes a refletirem sobre os impactos humanos, urbanos e patrimoniais provocados pela subsidência do solo. Ao todo, 37 alunos participaram da iniciativa, reforçando o compromisso do CESMAC com uma formação que alia excelência acadêmica, inovação e experiências práticas voltadas aos desafios contemporâneos da Engenharia e da Arquitetura.
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