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Saiba quais os mitos e verdades sobre o tratamento da água

01/06/2026
Saiba quais os mitos e verdades sobre o tratamento da água
Fotos: Agreste Saneamento e Casal, realizam o tratamento e distribuição da água que chega a 400 mil habitantes da região agreste em Alagoas

A água tratada que chega às torneiras de milhares de famílias do Agreste alagoano passa por um rigoroso processo de controle de qualidade antes de ser distribuída à população. Ainda assim, dúvidas sobre o tratamento e a segurança da água consumida podem surgir entre a população. A Agreste Saneamento e a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) reforçam a importância do monitoramento contínuo da água e esclarecem dúvidas sobre os procedimentos adotados para garantir segurança e qualidade no consumo.

Segundo Marcello Almeida, diretor operacional da Agreste Saneamento, um dos questionamentos mais comuns é se o cloro utilizado no tratamento faz mal à saúde. Ele explica que o produto é essencial para garantir a segurança microbiológica da água distribuída à população e que sua aplicação segue normas rígidas de controle. “A dosagem aplicada segue rigorosamente os padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde e é monitorada constantemente. A presença do chamado ‘cloro residual’ é, inclusive, uma garantia de que a água está protegida contra possíveis contaminações ao longo da rede de distribuição”, esclarece.

De acordo com o vice-presidente Operacional da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), Renato Paes, outra situação que gera preocupação ocorre quando a água chega às torneiras com aparência esbranquiçada. Segundo ele, na maioria das vezes, isso acontece por conta do excesso de microbolhas de ar na tubulação, provocado pela pressão da rede de abastecimento, o que não representa risco. “Quando a água é colocada em um recipiente transparente, essas bolhas sobem rapidamente e a água volta ao aspecto normal em poucos segundos. Isso não significa contaminação ou excesso de produtos químicos, mas apenas a presença de ar dissolvido na água”, explicou o vice-presidente.

Circula com frequência também o questionamento sobre se a água pode ser consumida após a fervura sem riscos. “Embora a fervura possa destruir microrganismos, ela não remove substâncias químicas, metais ou outras impurezas que eventualmente possam estar presentes. Além disso, ferver não substitui o tratamento completo realizado nas estações de tratamento, que envolve diversas etapas técnicas, como coagulação, decantação, filtração, desinfecção e controle laboratorial”, relata o diretor operacional da Agreste Saneamento, Marcello Almeida.

As concessionárias que atuam em regime de Parceria Público-Privada, reforçam que combater a desinformação é fundamental para garantir a confiança da população no sistema de tratamento. Por meio de monitoramento contínuo, análises laboratoriais e transparência nas informações, as empresas trabalham para assegurar que a água chegue às residências dentro dos padrões de qualidade e segurança exigidos pelos órgãos de saúde.

Para Paes, a desinformação pode gerar medo desnecessário. “Quando uma pessoa deixa de confiar na água tratada por causa de boatos, ela pode recorrer a fontes sem controle de qualidade, o que representa um risco real. Por isso, é essencial que a população procure informações junto às companhias responsáveis e aos órgãos oficiais de saúde”, completa o vice-presidente Operacional da Casal.

Sobre a Agreste Saneamento: Há 14 anos em Alagoas, a Agreste Saneamento atua por meio de uma Parceria Público-Privada com a Casal, ampliando a capacidade de abastecimento de água em 10 municípios do Agreste e beneficiando cerca de 400 mil pessoas. Reconhecida pela qualidade dos serviços e pelo compromisso socioambiental, desenvolve projetos sustentáveis, promovendo o reaproveitamento do subproduto do tratamento da água. Eleita oito vezes uma das melhores empresas para se trabalhar em Alagoas, a Agreste acumula importantes prêmios, como o Troféu Alagoas Verde e reconhecimentos do Instituto Trata Brasil e da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) no Prêmio Nacional de Qualidade no Saneamento (PNQS), incluindo, em 2025, o Nível III Quíron Diamante ESG.

Fonte: Algo Mais Comunicação Corporativa