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Brasileiros consomem cerca de 25 mil hambúrgueres por dia
Segundo dados do Painel de Consumo Fora de Casa, o Brasil é o 5º maior consumidor mundial de hambúrguer, ultrapassando 25 mil unidades vendidas por dia. Só de janeiro a março de 2025, o consumo de hambúrguer no Brasil chegou a 47 milhões de pessoas.
O aiqfome, aplicativo de delivery do Grupo Magalu com atuação concentrada no interior do país, com 8 milhões de usuários ativos, apontou o hambúrguer como o item salgado mais pedido em 2025. A média de consumo é de 26 unidades por usuário ao longo do ano. Com ticket médio de R$ 25,33 por pedido, o gasto mensal chega a R$ 137,05 e o anual a R$ 1.644.

Presente em encontros entre amigos, refeições rápidas e até em versões mais elaboradas da gastronomia, a verdade é que o hambúrguer conquistou o paladar do brasileiro tanto que ganhou até um dia especial em sua homenagem! Nesta quinta-feira, 28 de maio, é comemorado o Dia do Hambúrguer, um dos pratos mais populares no país.
Mas para quem está pensando na saúde e no peso extra na balança, nem tudo está perdido. De acordo com a nutricionista Laís Navarro, ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o hambúrguer não precisa ser visto apenas como o “vilão” da dieta e algumas trocas simples mantêm o sabor e eliminam diversas indesejáveis calorias.

“A sugestão é escolher um hambúrguer de carne de verdade, acompanhado de salada e queijo, sem excessos de molhos, outra dica é substituir o refrigerante por água com gás saborizada com limão ou laranja”, orienta. A nutricionista acrescenta que a qualidade dos ingredientes e a forma de preparo fazem toda a diferença para transformar a refeição em uma opção mais nutritiva.
“É possível adaptar receitas e buscar alternativas mais saudáveis sem abrir mão do sabor. A substituição de ingredientes ultraprocessados, a inclusão de vegetais e a escolha de carnes magras ou proteínas alternativas podem contribuir para uma refeição mais equilibrada. Quando falamos em alimentação saudável, não significa excluir alimentos ou deixar de consumir aquilo que faz parte do prazer alimentar. O mais importante é a frequência de consumo, a qualidade dos ingredientes e o equilíbrio dentro da rotina alimentar”, explica a coordenadora do curso de Nutrição do Centro Universitário Estácio.
Laís esclarece que além das versões tradicionais feitas com carne bovina, o mercado e a própria culinária caseira têm ampliado opções com frango, peixe, grão-de-bico, lentilha e outras proteínas vegetais, atendendo diferentes perfis e necessidades alimentares e que a principal recomendação é simples: “aproveitar o sabor, mas sem esquecer que pequenas escolhas podem fazer grande diferença na construção de hábitos saudáveis ao longo do tempo”, finaliza.
Fonte: Assessoria