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Celyrio Adamastor participa do 1º Arraial da Justiça e Cidadania em Porto Calvo
O corregedor-geral da Justiça de Alagoas, Celyrio Adamastor, e a juíza auxiliar da Corregedoria, Laila Kerckhoff, participaram, nesta segunda-feira (12), da abertura da 1ª edição do Arraial da Justiça e Cidadania, no município de Porto Calvo. A iniciativa reúne instituições do sistema de Justiça, órgãos públicos e entidades parceiras para oferecer serviços gratuitos à população até o dia 15 de maio, das 8h às 18h.
“Hoje, nos reunimos não apenas para celebrar este evento festivo, mas, sobretudo, para fortalecer a cidadania, aproximar as instituições da população e reafirmar o compromisso coletivo com uma sociedade mais humana, solidária e acessível para todos”, destacou Celyrio Adamastor, em discurso direcionado às autoridades locais, representantes institucionais e à população presente na solenidade.
O corregedor também ressaltou a importância histórica e cultural de Porto Calvo para Alagoas e para o Brasil, definindo o município como símbolo de resistência e identidade do povo alagoano. “Porto Calvo é memória viva, é patrimônio histórico, é símbolo de resistência, identidade e pertencimento do povo alagoano”, destacou.
O evento foi idealizado pelo ministro Carlos Augusto Pires Brandão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e tem como objetivo ampliar o acesso à cidadania. O Judiciário alagoano integra a rede colaborativa responsável pelos atendimentos e realiza ações no Fórum da Comarca de Porto Calvo.
Entre os serviços oferecidos estão audiências de conciliação com capacidade para até 200 processos por dia, emissão de até 40 Carteiras de Identificação Nacional (CIN) diariamente, além de palestras voltadas à capacitação e fortalecimento dos direitos da mulher, da pessoa idosa e da pessoa com deficiência.
Para Celyrio Adamastor, o Arraial da Justiça e Cidadania representa uma ação social transformadora ao reunir diferentes instituições em torno de serviços essenciais à população.
“Que este Arraial da Cidadania deixe não apenas serviços prestados, mas esperança renovada, que fortaleça vínculos institucionais, promova a inclusão social e inspire novas ações voltadas à dignidade humana e ao desenvolvimento das comunidades”, concluiu. Da Corregedoria também participou a servidora Juliana Cerqueira.
Ascom CGJ/AL