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Alagoana enfrenta doença rara e encontra apoio em Centro de Terapia Assistida
Em 2023, a vida de Analu Neves, recém-formada em Enfermagem, mudou de forma inesperada e rápida. O que começou com pequenas dificuldades no dia a dia logo se transformou em um quadro grave: perda de força, quedas frequentes e, em pouco tempo, a impossibilidade de se movimentar.
A perda progressiva dos movimentos acendeu um alerta. Exames iniciais indicaram alterações importantes, especialmente na enzima CPK, um marcador de lesão muscular. Diante da gravidade do quadro, a investigação foi acelerada. A suspeita inicial assustou: doenças neuromusculares graves, como a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), chegaram a ser consideradas. O diagnóstico veio: miopatia necrotizante imunomediada, uma doença autoimune rara que provoca fraqueza muscular severa e rápida.
Analu então começou a fazer seu tratamento nos Serviços Próprios da Unimed Maceió. O processo exigiu acompanhamento constante e adaptação a uma nova rotina: fisioterapia, uso de medicações imunossupressoras, terapias, infusões e muito cuidado. “Quando cheguei ao Centro de Terapia Assistida da Unimed Maceió, eu não andava. Não me mexia do pescoço para baixo. Só conseguia movimentar a cabeça. Foi um período difícil, com muitas medicações e incertezas”, afirma.
Tratamento contínuo e busca pela remissão
Mesmo sem a remissão completa, a evolução clínica trouxe avanços importantes, permitindo a retomada gradual de movimentos e maior autonomia. Durante o tratamento, Analu passou a ser acompanhada pela equipe da Unimed Maceió, especialmente no Centro de Terapia Assistida (CTA). Para ela, o diferencial estava na forma como o cuidado foi conduzido. Ela destaca o papel da equipe multiprofissional, incluindo médicos, enfermagem e apoio no enfrentamento da doença.

“O atendimento no CTA é um dos melhores. Desde a entrada até o acompanhamento médico, todos são muito atenciosos. Não é só o tratamento, é a forma como cuidam da gente. São profissionais que fazem diferença na vida da gente”, afirma a jovem.
A mãe, Luciana Reis, acompanha de perto toda a trajetória e destaca os desafios do processo: “É uma situação difícil, que a gente não espera ver uma filha sofrendo. Mas seguimos um dia de cada vez, com fé e confiança. Cada melhora já é motivo de muita gratidão. O apoio que encontramos fez diferença para continuar enfrentando tudo isso”.
Hoje com 25 anos, Analu tem uma trajetória em construção. Ainda em tratamento, ela mantém o acompanhamento médico e a expectativa de alcançar a remissão da doença. Na Unimed Maceió, casos como o dela reforçam a importância de um cuidado que alia assistência técnica, acompanhamento contínuo e atenção às necessidades individuais de cada paciente.
“Como enfermeiro assistencial, acompanho seu tratamento desde o início, quando chegou em um quadro de grande fragilidade. Ao longo desse processo, aplicamos o Jeito de Cuidar Unimed, com acolhimento, escuta ativa e empatia, fortalecendo o vínculo e a confiança em cada etapa do cuidado", afirmou o enfermeiro Jêbesson de Lima.
Fonte: Algo Mais Comunicação Corporativa