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Mutirão da Justiça pela Paz em Casa realiza 240 audiências em Maceió e Arapiraca
Os juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Maceió e Arapiraca realizaram 240 audiências durante a Semana da Justiça pela Paz em Casa, mobilização nacional voltada ao enfrentamento da violência contra a mulher. As atividades ocorreram entre os dias 9 e 13 de março, com esforço concentrado para dar maior celeridade aos processos relacionados à violência doméstica e familiar.
Na capital, foram realizadas 186 audiências, sendo 84 no 1º Juizado e 102 no 2º. Já no interior do estado, o Juizado de Violência Doméstica de Arapiraca realizou 54 audiências durante o mutirão.
As audiências contaram com a atuação integrada de equipes do Ministério Público e da Defensoria Pública, que trabalharam em conjunto com o Judiciário para dar maior agilidade à tramitação dos processos.
De acordo com a juíza Soraya Maranhão, titular do 1º Juizado de Violência Doméstica da capital, a iniciativa contribui para acelerar o julgamento de casos envolvendo agressões contra mulheres.
“Esta é a primeira edição do ano da Semana da Justiça pela Paz em Casa, e realizamos audiências envolvendo processos de violência doméstica. Muitas delas já foram sentenciadas na própria audiência, o que permite dar uma resposta mais rápida às situações que chegam ao Judiciário”, destacou a magistrada.
Além das audiências, o Juizado de Violência Doméstica de Arapiraca também desenvolveu ações de conscientização e orientação durante a semana. A equipe da unidade promoveu palestras em empresas e participou da ação Projeto Viver Melhor nas Comunidades, oferecendo acolhimento e orientação jurídica à população.
Justiça pela paz em casa
A Semana da Justiça pela Paz em Casa é promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com tribunais de todo o país e tem como objetivo dar maior celeridade à tramitação de processos de violência doméstica e familiar contra a mulher, por meio de esforços concentrados de audiências, julgamentos e ações de mobilização social.
A iniciativa ocorre três vezes ao ano, geralmente nos meses de março, agosto e novembro, reunindo magistrados, servidores e instituições que integram a rede de proteção às mulheres para intensificar o julgamento desses processos e ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência de gênero.
Dicom TJAL