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Idosa de 81 anos supera AVC, recebe alta do HRPI sem sequelas e comemora: “Eu renasci”
Cláudia Valéria de Oliveira
Aos 81 anos, a idosa Maria José Pereira viveu momentos de tensão que poderiam ter tido um desfecho trágico. Ela foi vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em sua cidade natal, Quebrangulo, mas, graças a eficiência da equipe multidisciplinar do Hospital Regional de Palmeira dos Índios (HRPI), para onde foi levada, a idosa teve a vida salva, já recebeu alta médica e, sem sequelas, deixou a unidade hospitalar exaltando: “Eu renasci”.
O AVC ocorreu enquanto ela conversava com familiares e começou a sentir um peso acompanhado de dormência no braço. Pouco depois, os parentes notaram que sua fala estava confusa e arrastada. Preocupados com a situação e atentos aos sintomas, decidiram levá-la imediatamente a uma unidade de saúde em Quebrangulo. Lá, houve a suspeita de AVC e ela foi transferida para o HRPI.
“Eu tentei o máximo não preocupar minha família. Pensei que fosse da idade ou cansaço da lida do dia. Mas, um cansaço e formigamento foram tomando conta de mim e, graças à minha família, fui levada logo para o médico. Pensei que não fosse voltar, mas tudo correu e estou recuperada", frisou Maria José Pereira.
Segundo a equipe médica do HRPI, a rapidez no atendimento foi determinante para o desfecho positivo do caso da paciente. O AVC, conhecido popularmente como "derrame", é considerado uma emergência médica e cada minuto é essencial para evitar sequelas permanentes. No caso da idosa, o reconhecimento rápido dos sintomas pela família fez toda a diferença.
Durante o período de internação, Maria José Pereira permaneceu sob cuidados de uma equipe multidisciplinar especializada, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HRPI. Ela respondeu bem ao tratamento, apresentou evolução clínica satisfatória e, para alívio dos familiares, não ficou com nenhuma sequela.
Após dias de observação e diversos exames, Maria José Pereira recebeu alta hospitalar e pôde finalmente retornar para casa. “Para nós, que cuidamos dela, foi extremamente gratificante acompanhar sua evolução. Ela chegou fragilizada, com dificuldade para andar e falar, mas recebeu alta médica alegre, animada e, o mais importante, sem nenhuma sequela. Agora é vida normal novamente”, relatou Tais Freitas, enfermeira responsável pelo acompanhamento da paciente.