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Rede de Defensores e Defensoras dos Direitos Humanos é criada em Alagoas
Entidades, movimentos sociais e organizações governamentais fundaram, na última quinta-feira (15), a Rede Alagoana de Defensores e Defensoras de Direitos Humanos, que tem como objetivo fortalecer a articulação entre agentes no estado.
A rede conta com o apoio da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos (Sedh). Para o secretário de Estado dos Direitos Humanos, Marcelo Nascimento, a Rede de Defensores e Defensoras de Direitos Humanos é um movimento histórico de rearticulação coletiva de todos os defensores e defensoras e de suas respectivas organizações e bandeiras de luta.
De acordo com o secretário, a rede coloca em evidência os direitos humanos na sociedade alagoana, assim como aconteceu na década de 1990 com o Fórum Permanente Contra a Violência em Alagoas e, na década de 1980, com a Sociedade Alagoana de Direitos Humanos. “Os defensores e as defensoras dos direitos humanos são essenciais na luta pela dignidade humana, porque seu trabalho busca a paz, a segurança, a proteção e a garantia do respeito à dignidade humana”, afirmou.
Para o coordenador da Rede de Defensores e Defensoras de Direitos Humanos, o advogado Everaldo Patriota, a articulação atuará para impulsionar os direitos humanos, favorecendo uma atuação integrada em rede, sempre que houver ameaça ou violação de direitos. “Onde houver um defensor, uma defensora ameaçado(a) ou privado(a) de seus direitos, nós estaremos atuando em sua defesa”, afirmou.
A rede será composta pelo advogado Everaldo Patriota; o pesquisador Moacir Rocha, do Comitê Verdade, Memória e Justiça; a liderança indígena Cidinha Katókin’n, representando os povos indígenas; Elis Lopes, representante da Rede de Mulheres das Comunidades Tradicionais; Milton Araújo Silva, representante dos Policiais Antifascistas; e Rita de Cássia de Araújo Pinheiro, trabalhadora da educação. A secretaria executiva da rede será conduzida pela advogada Mariana Brandão.
A Rede de Defensores dos Direitos Humanos também conta com o apoio do Governo do Estado, da Coordenadoria de Direitos Humanos do Tribunal de Justiça, da Funai, do Ministério Público, do CEDECA, do Movimento Pop Rua, do Movimento LGBTQIA+, do Movimento da Pessoa com Deficiência, dos Policiais Antifascistas, da Procuradoria-Geral do Estado, do Conselho Sacerdotal, da CUT e da presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Maceió, Vereadora Teca Nelma.
Ascom Sedh