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Leio, escrevo, mas não falo: por que tantos brasileiros têm dificuldades na conversação em inglês?

01/10/2025
Leio, escrevo, mas não falo: por que tantos brasileiros têm dificuldades na conversação em inglês?
Fotos: Apesar do contato com o idioma, estudo aponta que 1% da população brasileira é fluente

Segundo dados do British Council, apenas 5% dos brasileiros afirmam ter algum conhecimento de inglês e, desse grupo restrito, somente 1% pode ser considerado fluente. O estudo ainda revela que, mesmo após anos de estudos, a dificuldade na conversação ainda é um dos maiores desafios enfrentados pelos brasileiros.

Com mais de 20 anos de atuação, a Rockfeller Language se consolidou como uma rede de ensino de idiomas reconhecida pela metodologia que coloca a fala no centro do aprendizado. Para o CEO André Belz, o problema está no modelo tradicional de ensino. “Sem estímulos à comunicação desde o início, o aluno até compreende textos e consegue escrever, mas trava na hora de conversar. Por isso, na Rockfeller a conversação é a base da metodologia, trabalhamos com turmas menores, alunos do mesmo nível e aulas que simulam situações reais, criando um ambiente de prática constante e sem medo de errar”, explica.

A fluência não se resume a traduzir palavras ou aplicar regras gramaticais, mas envolve pensar naturalmente em outro idioma e interagir com confiança em diferentes contextos. Para isso, é essencial que o aluno seja estimulado a praticar desde o primeiro contato com a língua e consiga superar barreiras emocionais, como a insegurança e o receio de cometer erros.

Além de praticar dentro da sala de aula, o dia a dia também é importante. Atividades como rodas de conversação com amigos, leituras em voz alta, gravação da própria voz, assistir séries sem legendas, ouvir podcasts e até desafiar-se a manter uma conversa curta em inglês sem recorrer ao português, ajudam no processo.

“Mais do que dominar a gramática, conquistar a fluência oral exige constância, prática e coragem para se expor. O aprendizado precisa ser vivido, com foco em comunicação real desde o primeiro dia”, finaliza Belz.

Sobre a Rockfeller

Fundada em 2004, em Santa Catarina, a Rockfeller nasceu com o compromisso de buscar a excelência no ensino de idiomas. Com um crescimento rápido e sustentável, a Rockfeller abriu sua primeira franquia em 2006 e, em 2008, implementou seu modelo de negócios como franqueadora, expandindo suas unidades por várias partes do Brasil. Atualmente, a marca conta com 100 unidades instaladas em todo o país e tem planos de abrir mais 100 escolas nos próximos dois anos.

Atendendo a um público diversificado, desde crianças até adultos, a rede atua com modelo de negócios presencial e adapta-se às necessidades de seus alunos em que proporciona flexibilidade e conveniência. A escola recebeu diversas premiações e neste ano, os prêmios conquistados foram: o selo de excelência da ABF por 11 anos consecutivos e a classificação 5 estrelas da PEGN.

Com foco em conversação e salas de aulas que favorecem a interação, a Rockfeller se destaca não só pela qualidade de seu ensino, mas também pela satisfação de seus franqueados, mantendo-se como uma referência no mercado de idiomas.

Fonte: Assessoria