Geral
Maragogi: Sérgio Lira assume interinamente a presidência da CNM
O terceiro vice-presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), prefeito de Maragogi, Sérgio Lira, foi alçado, nesta terça-feira, 11, em Brasília, à categoria de presidente em exercício da citada Confederação. Ele esteve representando o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski, e abriu a agenda de debates do 3º Encontro Brasileiro das Cidades Históricas Turísticas e Patrimônio Mundial explicando o escopo do encontro.
“Precisamos sempre estar unidos e vigilantes para que avancemos no movimento municipalista. Destaco o apoio da CNM e do Tribunal de Contas da União (TCU), que tem atuado em prol das cidades que são patrimônio mundial”, disse Sérgio Lira. Além disso, Lira aproveitou para reforçar o convite para a XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que ocorre entre os dias 15 e 18 de maio, em Brasília. Salientou que esse será mais um momento de discussão das pautas e pleitos municipais.
A terceira edição do Encontro Brasileiro das Cidades Históricas Turísticas e Patrimônio Mundial é promovido pela CNM em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e outras entidades parceiras. Será realizado nesta terça e quarta-feira, dias 11 e 12 de abril, em sua na sede, em Brasília (DF). O prefeito de Maragogi avaliou o evento como extremamente relevante.
“Nós temos mais de 320 inscritos para esta edição, na sua maioria prefeitos e secretários municipais. E um dos objetivos é que com o fomento da atividade turística, baseada na valorização dessas cidades históricas, faça crescer a geração de emprego e renda nessas localidades”. Em outro debate, Sérgio Lira destacou as dificuldades enfrentadas pelos gestores municipais em relação ao cumprimento do prazo para fechamento dos lixões, especialmente diante do quadro econômico pelo qual passa o país.
“Nós apontamos o cenário econômico, a dificuldade para abertura de linhas de crédito e para se estabelecer os consórcios. Hoje em dia, se eu fizer um consórcio com dez municípios e um deles estiver inadimplente, acabou o consórcio”, destacou. “Os novos prefeitos nem respiraram face à dificuldade institucional, política e financeira por que passa o país nesse momento”, alertou.
Fonte: Ascom Maragogi