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Em três meses, CTR do Agreste já recebeu mais de 20 mil toneladas de lixo
Arapiraca, Craíbas, Igaci, Taquarana, Coité do Nóia, Limoeiro de Anadia, São Sebastião e Lagoa da Canoa. Esses são alguns dos municípios alagoanos que passaram a destinar seus resíduos sólidos para a Central de Tratamento do Agreste, inaugurada em dezembro de 2016 pelo grupo Alagoas Ambiental. Desde então, a Central vem recebendo resíduos domiciliares e orgânicos, e já soma mais de 20 mil toneladas em apenas três meses de funcionamento.
Com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, implementada pelo Governo Federal, os municípios brasileiros precisam se adequar, eliminando seus lixões e passando a destinar corretamente seus resíduos. Isso irá contribuir tanto com o meio ambiente como para a saúde da população. Em Alagoas, duas Centrais de Tratamento estão aptas a receber os resíduos: a CTR Metropolitana, em Pilar; e a CTR do Agreste, entre os municípios de Craíbas e Arapiraca.
“Hoje existe a possibilidade dos municípios enviarem seus resíduos para centrais de tratamento licenciadas pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), então porque não o fazem? Existe a ideia de que o custo é alto, mas muitas vezes se gasta mais com o transporte para os lixões, equipamentos, do que com a destinação correta”, explica Keylle Lima, executivo do Grupo Alagoas Ambiental. Em uma Central de Tratamento, os resíduos passam por um processo de cuidados, separação, até o envio para as células receptoras, todas com mantas de impermeabilização, que isolam o solo dos resíduos e do chorume.
Além do Agreste, a grande Maceió também pode contar com uma Central de Tratamento. Inaugurada no final de 2015, a CTR Metropolitana, no município de Pilar, vem trabalhando a todo vapor. Ate o momento, já recebeu mais de 73 mil toneladas de resíduos, entre lixo residencial, industrial e hospitalar não contaminável. Apenas dos resíduos domiciliares, vindo das residências, são mais de 20 mil toneladas.
Fonte: Conteúdo Mescla