Geral
Para resultados positivos, planeje-se!
É inegável que o mundo está em constante mudança. As mudanças trazem ao homem a sensação de insegurança. A busca pelo entendimento dos próximos passos levou ao desenvolvimento de técnicas e recursos que não podem mostrar o futuro, mas permitem projetar possibilidades de acontecimentos futuros. Ao ato de combinar essas técnicas, métodos e recursos chamamos de planejar. Planejar, portanto, tornou-se algo inerente ao ser humano.
No mundo contemporâneo, planejar consiste no estabelecimento de regras claras e bem definidas para que, na sua execução, seja possível desempenhar as ações de forma consistente e precisa. E, em meio a um mercado agressivo e extremamente concorrido, as organizações vêm ampliando seus conhecimentos e fazendo uso de ferramentas, instrumentos e métodos para a prática da gestão com foco na qualidade buscando, cada vez mais, precisão e exatidão na elaboração do seu plano estratégico.
Toda e qualquer empresa, independentemente do porte, pode adotar a prática da gestão baseada em um planejamento estratégico. Para Drucker, 1962, "O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes”. Com base nesta afirmação, Drucker busca resumir de forma aparentemente simplista a relação entre o ato de planejar, as decisões a serem tomadas e o tempo espaço estabelecido entre ambos, bem como os recursos necessários.
Reunir os principais stakeholders a fim de desenvolver a análise de cenários internos e externos, nos âmbitos administrativo e de produção, deve ser uma prática regular. Fundamentado na afirmação de Peter Druker citado por Ghemawat, 2000, quando afirmou que “gerenciar não é um comportamento apenas passivo e adaptativo; é tomar providências para que ocorram os resultados desejados”, toda organização, na elaboração do seu plano estratégico, deve concentrar especial atenção na composição dos planos de ações e seus respectivos indicadores chave de sucesso, pois eles permitirão trazer ganhos significativos à organização.
Já é sabido que o ato de planejar permite lançar mão de estratégias mais ousadas. Para 2017, é preciso estabelecer critérios para segmentação e identificação de perfis mais atrativos para o tipo de negócio, o que, por consequência, colocará à disposição elementos permissivos a estratégias pontuais para cada tipo de cliente que se deseja atingir.
O planejamento estratégico deve permear toda a organização. As pessoas que compõem os níveis estratégico, tático e operacional precisam estar cientes das responsabilidades que serão compartilhadas, estas que são idealizadas e traçadas no nível estratégico, orientadas e conduzidas no nível tático e por fim executadas, efetivamente, no nível operacional. Somente com um plano estratégico consistente, preciso e participativo é que será possível atrair, para 2017, resultados promissores e exequíveis.
Fonte: Ascom AL Senac