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Técnicos da Semas são capacitados para acolhimento
A equipe técnica multiprofissional, formada por quase 20 assistentes sociais, psicólogos, analistas administrativos, educadores e cuidadores sociais dos Serviços de Acolhimento Institucional da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), realizou a capacitação dos técnicos que vão trabalhar na Casa de Passagem Familiar, prevista para ser inaugurada em janeiro de 2017. A casa de Passagem Familiar terá capacidade para acolher 50 usuários.
A formação compreendeu a participação da equipe técnica multiprofissional em quatro oficinas, cujos temas foram: Que casa é essa?; Cada caso é um caso; Quero voltar para casa: o acolhimento como espaço de reconstrução da história e Moral da História: eu faço parte disso tudo. As oficinas foram ministradas durante dois dias, por profissionais das áreas de serviço social e psicologia.
Vulnerabilidade social
“A capacitação da nossa equipe técnica multiprofissional contribui para cada vez mais podermos prestar em nossos serviços de acolhimento um atendimento de qualidade que vise a total prestação de apoio social e psicológico para essas famílias em situação de vulnerabilidade social”, explica a gestora.
“A capacitação propicia que os técnicos da Semas possam lidar com todos os processos de vivência da Casa de Passagem Familiar, que vão desde o acolhimento em si, a própria vivência na casa e o desligamento das famílias, quando elas conseguem deixar a situação de vulnerabilidade social”, explica Eunice.
Os facilitadores abordaram temas conceituais dos serviços de acolhimento institucional que integram parte do sistema de proteção do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e a integração desses serviços com o sistema de garantia de direitos.
Além disso, foram abordados ainda as relações dos diferentes sentidos que o acolhimento institucional tem para os usuários, como esses sujeitos são construídos e se constroem enquanto seres sociais.
Outros temas também foram abordados nas oficinas, tais como a fragilização dos vínculos familiares e comunitários, o fortalecimento do trabalho em rede para preservar estes vínculos, com a garantia de construir a autonomia dos usuários acolhidos e suas respectivas famílias, para que eles possam construir um projeto de vida.
Fonte: Cícero Rogério – Ascom/Semas