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Dia Mundial de Luta Contra a Aids mobiliza unidades de saúde
Para somar esforços ao trabalho de rotina e despertar a conscientização da população para as ações de prevenção e diagnóstico da Aids e demais Infecções Sexualmente Transmissíveis, o Programa de IST, HIV/Aids e Hepatites Virais (PM ISTAids) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) promove, durante todo este mês, uma série de ações para celebrar a campanha do Dezembro Vermelho, iniciada pela comemoração do Dia Mundial de Luta Contra a Aids nesta quinta-feira, dia 1º.
Intensificando as ações pontuais, o Programa realizará – em parceria com todas as unidades de saúde do município – atividades educativas, palestras de aconselhamento, orientações, distribuição de preservativos e testes rápidos para HIV e Sífilis. As atividades são abertas à população e têm como objetivo disseminar informações sobre HIV/aids, formas de prevenção e tratamento, estimulando – principalmente a população mais jovem – para o diagnóstico precoce.
“Trabalhamos com equipes de saúde preparadas para acolher e aconselhar a todos os pacientes, em especial, àqueles detectados com sorologia positiva, que necessitam de suporte psicológico e encaminhamentos adequados. O foco das ações nesse período, no entanto, é a conscientização”, ressalta a técnica do Programa, Tereza Carvalho.
Nesta quinta-feira (01), as ações – palestras de aconselhamento, orientações, distribuição de preservativos, vídeos educativos, rodas de conversa e testes rápidos para HIV e Sífilis – serão desenvolvidas no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) do Bloco I do PAM Salgadinho, na UDA do Cesmac, na Uncisal e nas unidades de saúde Roland Simon (Vergel), Durval Cortez e Village Campestre I, esta, também com caminhada pelas ruas do bairro.
No sábado (3), acontece, no Jacintinho, mais uma edição do projeto Fique Sabendo, que ocorre todos os sábados em diversos bairros da capital e busca levar para a população os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) para a detecção precoce de doenças sexualmente transmissíveis. A ação contará com a presença de diversos profissionais de saúde e serão concentradas na Unidade de Saúde (US) João Paulo II.
Além da testagem, a campanha Dezembro Vermelho visa intensificar as ações educativas nos diversos espaços públicos a exemplo de associações de bairros, escolas e/ou outras organizações sociais.
Dados divulgados hoje (30) pelo Ministério da Saúde revelam que 827 mil pessoas vivem com HIV/aids no Brasil. Dessas, cerca de 112 mil não sabem que estão infectados. Do total de pessoas soropositivas identificadas no país, 372 mil ainda não estão em tratamento, apesar de 260 mil delas já saberem que estão infectadas. O Ministério informa, porém, que a epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 19,1 casos para cada 100 mil habitantes. Ainda assim, o número representa cerca de 41,1 mil novos casos ao ano.
Vulnerabilidade – Os números mostram que jovens de 18 a 24 anos permanecem como o grupo mais vulnerável em meio à epidemia no país. Apesar do diagnóstico tardio ser menor nessa faixa etária, entre os que são soropositivos, 74% buscaram algum serviço de saúde, apenas 57% estão em tratamento e 47% tiveram carga viral suprimida.
O Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com o apoio das Organizações das Nações Unidas (ONU), em 1987. As campanhas no Brasil começaram a ser realizadas pelo Ministério da Saúde desde 1988.
Nesta data, 1º de dezembro, é importante que cada um reveja sua postura em relação aos soropositivos e também utilize esse momento para informar-se a respeito da doença e de como ela pode ser evitada. O preconceito e a falta de informação são os principais problemas enfrentados pela luta contra a Aids.
O laço vermelho passou a ser usado como símbolo dessa luta a partir de 1991. Ele foi criado pela Visual Aids como uma forma de homenagear todas as pessoas que sofrem e morrem em decorrência da doença.
Serviço:
Mais informações com Tereza Carvalho (99999-4419), do Programa de Combate às Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), HIV, Aids e Hepatites Virais da SMS
Fonte: Ascom SMS