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Simpósio de cardiologia intervencionista reunirá especialistas em novembro

31/10/2016
Simpósio de cardiologia intervencionista reunirá especialistas em novembro

O 1º Simpósio Santa Casa de Cardiologia Intervencionista discutirá na capital alagoana o futuro deste importante segmento da Medicina brasileira. Em pauta, temas como os stents bioabsorvíveis, o futuro da ablação de fibrilação atrial e o implante transcateter de valva aórtica.

O evento científico será realizado em 19 de novembro, das 8h às 13h, no centro de convenções do Hotel Jatiúca. A inscrições podem ser realizadas no período de 31 de outubro a 17 de novembro na Divisão de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Maceió (82-2123-6431).

Os médicos e a equipe multiprofissional de nível superior realizarão sua inscrição doando dois pacotes de fraldas. Já os técnicos de enfermagem e estudantes, duas latas de leite.

Programação

A palestra de abertura discutirá as últimas novidades sobre stent bioabsorvível, com o cardiologista intervencionista José Ribamar Costa Junior, chefe da Seção Médica de Intervenção em Coronária do Serviço de Cardiologia do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (SP). Ele também apresentará um segundo painel no simpósio sobre Implante Transcateter de Valva Aórtica (TAVI).

A programação conta também com a presença do cardiologista intervencionista alagoano Edvaldo Xavier Junior, cujo tema será “Ablação da fibrilação atrial – O Presente e o Futuro”. O especialista integra a equipe da Santa Casa de Maceió. Encerrando o evento, o cardiologista intervencionista Eduardo Pessoa de Melo, da Rede D’Or São Luiz (PE), apresentará casos editados de implante transcateter de valva aórtica.

Biostent

Um novo tipo de stent – espécie de mola usada para desobstruir artérias do coração – será um dos temas do 1º Simpósio de Cardiologia Intervencionista.

Ao contrário dos stents disponíveis, feitos de aço inoxidável, o biostent é produzido com ácido polilático, um material absorvido pelo organismo. O resultado é que, em vez de permanecer para sempre dentro do corpo, ele desaparece em até dois anos após sua colocação, trazendo uma série de vantagens para o paciente.

Fonte: Ascom Santa Casa de Maceió