Geral

TRT/AL veste amarelo em ação de prevenção ao suicídio

15/09/2016
TRT/AL veste amarelo em ação de prevenção ao suicídio

O Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL) finalizou nesta quinta-feira (15) a campanha “Viver é Bom Demais” em referência ao Setembro Amarelo, mês oficial de combate ao suicídio. A ideia da campanha é mostrar que para fazer a diferença na vida das pessoas, é preciso começar com muita alegria. Por isso, magistrados, servidores e terceirizados aderiram ao movimento de conscientização e, vestidos de amarelo, foram convidados a doar abraços uns aos outros.

Durante a campanha, balões amarelos foram distribuídos por representantes de setores a todos que entraram no Tribunal com um convite “Doe um Abraço. Viver é bom demais. Ajude na prevenção do suicídio”. "Ao abraçar, tentamos minimizar as dores de quem, mesmo em silêncio, enfrenta algum problema", afirmou o servidora Mary Lidian Ferraz, secretária de Gestão de Pessoas do Tribunal.

Setembro Amarelo - É o mês de conscientização do suicídio. O objetivo é impedir que as pessoas tirem a própria vida. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença pode ser classificada como “um grande problema de saúde pública”. A observação foi feita diante do grande número de pessoas que tiraram suas próprias vidas. No Brasil, país que ocupava o oitavo lugar neste tipo de óbito em 2014, foram registrados cerca de 11.800 casos em um único ano.

Ainda de acordo com a OMS, a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo. No Brasil, cerca de 30 brasileiros são mortos por dia, taxa superior às vítimas da AIDS e da maioria dos tipos de câncer. A mortalidade de pessoas entre 70 anos ou mais é maior, de acordo com o levantamento da entidade.

Em países desenvolvidos a prática tem relação com desordens mentais provocadas especialmente por abuso de álcool e depressão. Já nos países mais pobres, os principais motivos são a pressão e o estresse por problemas socioeconômicos. Muitos casos envolvem ainda pessoas que tentam superar traumas vividos durante conflitos bélicos, desastres naturais, violência física ou mental, abuso ou isolamento.

Fonte: Ascom TRT/AL