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Educação registra procura durante matrícula do curso de libras no CAS
21/07/2016
As matrículas para o curso de libras ofertado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), realizadas nesta quinta-feira (21), no Centro de Atendimento às Pessoas com Surdez (CAS) Professora Joelina Alves Cerqueira, localizado no bairro da Jatiúca, em Maceió, confirmaram a grande aceitação da comunidade pela formação.
De acordo com a diretora geral do CAS, Luciana Tenório, 260 vagas foram disponibilizadas à comunidade para o curso básico I em libras. As aulas terão início na primeira semana de agosto, das segundas às sextas-feiras, exceto nas quartas, nos horários da manhã e da tarde.
“O curso tem a duração de 60 horas e vai até dezembro. As fichas começaram a ser entregues às 6h e às 7h já não havia mais. Cerca de 500 pessoas vieram até o CAS para realizar a matrículas, mas apenas as 260 primeiras puderam ser atendidas desta vez. O curso qualifica um público muito eclético, auxiliando no aprendizado e na relação com os surdos”, explicou Luciana.
Procura
Para conseguir as vagas, muita gente madrugou. Foi o caso de Laryssa Lys Lima, de 25 anos. Ela está concluindo o curso de hotelaria e, para atender melhor ao público, chegou ao CAS Joelina Alves Cerqueira antes das 5h.
“Eu vim com um grupo de amigos do curso e, apesar de chegarmos cedinho, a minha ficha ainda foi a 46, muita gente chegou antes. Acho o curso muito importante. Eu quero oferecer sempre uma boa recepção e me comunicar melhor também com as pessoas”, explica a jovem.
Apesar do CAS está localizado na capital alagoana, o interesse atravessou as fronteiras e levou pessoas de outros municípios ao local. Simone da Silva, de 36 anos, é natural de Messias, e por estar cursando pedagogia, acredita que o curso contribuirá para sua formação.
“Devido à demanda, é obrigatório que os professores se qualifiquem e ofertem melhores condições aos seus alunos com deficiências. É importante buscar as melhorias e abrir este leque. E além do profissional, acho muito bonito as pessoas se comunicando”, diz a estudante.
Fonte: Lucas Leite/Ascom Seduc
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