Geral
Sedetur se reúne com Instituto EcoEngenho e IABS para estratégias
07/07/2016
O Secretário do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Helder Lima, se reuniu, na tarde desta quarta-feira (06), com o diretor-presidente do Instituto EcoEngenho, José Roberto Fonseca, e com um dos fundadores do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS), Tadeu Assad, para discutir estratégias para trabalhar em parceria nos setores de Turismo e Energia.
Com o IABS, foram discutidas ações na área do turismo, informação, e gestão de equipamentos públicos. O projeto de um centro de artesanato e o estudo de indicadores de turismo do Estado entraram em pauta.
“A gastronomia do Estado já virou um produto turístico. É preciso unir esforços com equipes capacitadas para fortalecer ainda mais esse setor”, afirmou o Secretário Helder Lima.
Já o Instituto EcoEngenho deve atuar em parceria com a Superintendência de Energia e Mineração, para levar energia limpa e alternativa para os pequenos produtores, trazendo resultados sociais importantes para Alagoas.
“Nosso objetivo é atuar em parceria com o Instituto EcoEngenho, levando prosperidade para comunidades remotas por meio do uso de energias limpas e renováveis”, explicou o superintendente de Energia e Mineração da Sedetur, Bruno Sardeiro.
IABS e Instituto EcoEngenho
O Instituto EcoEngenho e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) são qualificados pelo Ministério da Justiça como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP).
O IABS atua no desenvolvimento local e territorial por meio de várias ferramentas – turismo, desenvolvimento social e tecnologias, pesca e aquicultura, desenvolvimento rural, gestão de conflitos, entre outros.
Capitaneado pelo IABS, o projeto da depuradora de ostras, que visa o fortalecimento da cadeia produtiva da ostra alagoana é realizado em Alagoas com financiamento da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID) e beneficia hoje cerca de 100 famílias do município de Coruripe.
O Instituto EcoEngenho trabalha com a inclusão sócio produtiva de comunidades rurais de extrema pobreza, a partir de produtos de alto valor agregado, com o uso de tecnologias limpas, na busca de nichos especiais de mercado e com a geração sustentável de renda.
A OSCIP ganhou notoriedade com a experiência do cultivo e beneficiamento de pimentas na comunidade de Baixas, em São José da Tapera, no Projeto H2Sol – Água Solar.
Na ocasião, o sistema de cultivo hidropônico e a transformação da matéria-prima em mix de pimentas vermelhas e amarelas foi adotado fora do país. A Fiorello H. La Guardia Foundation, através do projeto REEEP, resolveu adotar a ideia e financiou a exportação da tecnologia social do programa H2Sol para Moçambique, na África.
Fonte: Cecília Tavares/Ascom Sedetur
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