Geral
Sesau discute Política de Atenção à Pessoa com Doença Falciforme
06/07/2016
A Política Nacional de Atenção à Pessoa com Doença Falciforme foi tema de discussão nesta terça-feira (5), na Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). O encontro, que aconteceu no auditório do órgão, contou com a presença da gestora da saúde estadual, Rozangela Wyszomirska, além de representantes do Ministério da Saúde e da Associação de Portadores da Doença Falciforme de Alagoas.
Na ocasião a secretária Rozangela Wyszomirska destacou que a assistência aos portadores da doença é realizada em Alagoas com o apoio do governo federal. “É importante que as esferas administrativas se entendam e tracem planos em conjunto, favorecendo o trabalho das equipes de saúde e evoluindo o auxilio prestado à população”, destacou a gestora.
A anemia falciforme é uma alteração genética que leva a uma modificação nas hemácias, fazendo com que elas assumam uma forma de foice. Estas células alteradas dificultam a circulação e podem provocar um bloqueio do fluxo sanguíneo e falta de oxigenação nos tecidos.
O Hemocentro de Alagoas (Hemoal) é referencial para o tratamento da enfermidade no Estado. De acordo com a gerente do Hemocentro, Verônica Guedes, o diagnóstico precoce é importante para o sucesso do acompanhamento. A presença da doença pode ser detectada pelo teste do pezinho quando a criança nasce.
A responsável técnica pela Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas de Doença Falciforme, Maria Cândida, revelou que durante o encontro foram pactuadas formas de colaboração entre as gestões estadual e federal. “Os desafios observados na região são apresentados e, em colaboração com o Ministério da Saúde, buscam-se as melhores formas para a superação dos problemas”, destacou.
O presidente da Associação Alagoana de Portadores de Doença Falciforme, Sidney Santos, elogiou a iniciativa, lembrando que as construções de políticas de saúde devem sempre ouvir os usuários do sistema. “Os pacientes oferecem uma visão única sobre os problemas e podem contribuir com os gestores para a construção de uma assistência mais efetiva e humanizada”, reforçou.
Fonte: Fabiano Di Pace/Ascom Sesau
Últimas notícias
1