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Governo fortalece artesanato alagoano por meio de ação integrada
21/06/2016
Fortalecer as produções artísticas do Estado por meio de ações integradas essa é a intenção do Governo de Alagoas. Servidores da Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), responsáveis pelo projeto Fábrica de Esperança, receberam na segunda-feira (20) representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) no sistema prisional.
Durante o encontro, os visitantes conheceram as obras de arte produzidas pelas reeducandas que transformam matéria-prima em arte na Fábrica de Artesanato. Os trabalhos ocorrem sob supervisão e orientação dos servidores penitenciários, entre segunda e sexta-feira. O objetivo é qualificar a mão de obra carcerária e promover a reintegração social das internas por meio do trabalho.
Na visita, o artista plástico Rodrigo Ambrósio falou sobre a escolha dos produtos do sistema penitenciário para inclui-los no projeto da Sedetur “Alagoas feita à mão”. “Conheci o trabalho que é desenvolvido pelas oficinas do sistema prisional em uma exposição, gostei da qualidade, principalmente na área de tornearia”, afirmou.
Para a gerente de Educação da Seris, Genizete Tavares, a participação dos produtos confeccionados pelos internos no “Alagoas feita à mão” é uma importante ferramenta de divulgação do trabalho desenvolvido no sistema prisional. “A participação do nosso artesanato nesta ação do Governo é primordial para quebrar mitos e mostrar para sociedade que os reeducandos têm talento e buscam oportunidade para recomeçar uma vida de forma digna através do trabalho”.
Alagoas feita à mão
A Sedetur está realizando o projeto de intervenção e confecção de peças únicas, pensadas e assinadas pelo designer Rodrigo Ambrósio. As obras de arte serão utilizadas como presentes governamentais diferenciados e dedicados aos visitantes que chegam a Alagoas.
A demanda de contratação do designer alagoano partiu da Sedetur, que identificou a necessidade do fortalecimento da cadeia produtiva do artesanato e pretende conceder mais visibilidade e desenvolvimento socioeconômico aos profissionais locais, através da geração de renda.
Na prática, o trabalho inicial consiste na visita às associações responsáveis pelos principais produtores e fornecedores de artigos artesanais que possam somar na confecção das peças.
Fonte: Janaina Marques/Ascom Seris
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