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Tribunal de Justiça de Alagoas passa a ter coleta seletiva em sua sede
Washington Luiz e servidora Diva Rosa, idealizadora do projeto. Foto: Maikon FariasO presidente Washington Luiz Freitas destacou a importância da colaboração de todos para a preservação do meio ambiente e geração de renda para os membros da Cooplum. “Além de contribuir com a preservação da natureza, esse é um gesto solidário porque contribuiremos com a cooperativa responsável pelo sustento de várias famílias”, afirmou.
A Cooplum recicla papelão, papel, embalagens tetra pak, alumínio, ferro, óleo de cozinha, vidros, revistas e jornais, roupas usadas em bom estado e materiais de informática. A entidade não trabalha com isopor, copos descartáveis, madeira e plástico filme de PVC.
O lixo será separado em todos os setores do TJ/AL. As lixeiras de cor azul serão para o descarte dos materiais recicláveis, e as de cor preta para o lixo orgânico e não reaproveitável.
Durante o lançamento do programa, a analista do Sebrae de Alagoas, Ana Paula Dantas, palestrou sobre a importância da coleta seletiva. Ela apresentou ainda um painel sobre as cooperativas de reciclagem em Alagoas e falou sobre a experiência do Sebrae na área.
“Percebemos a dificuldade de algumas pessoas em se desfazer de papéis que não eram mais necessários. Tivemos que conscientizá-las de que esses materiais poderiam servir como fonte de renda para os recicladores”, destacou.

Lixeiras foram disponibilizadas no estacionamento interno do TJ/AL. Foto: Maikel Marques
Lotada na subdireção do Tribunal, a servidora Diva Rosa Lima de Melo sugeriu a iniciativa no primeiro edital interno de projetos do TJ/AL. Hoje, ela foi um dos servidores que receberam ecobags e amassadores de latinhas para trazer o material reciclável de casa.
“A consciência em relação ao plneta é importante, mas o que mexeu mesmo comigo foi a parte da solidariedade, vendo que tantas pessoas poderiam utilizar esse lixo para virar sustento. Como sou servidora há muito tempo, observei o dano que poderíamos causar ao meio ambiente e que essas pessoas poderiam ter uma forma de renda com esse material”, contou.
O programa é gerenciado pelo Núcleo Socioambiental da Assessoria de Planejamento e Modernização do Poder Judiciário de Alagoas (APMP). O servidor Alexandre Moraes, gestor do projeto, destacou a colaboração de vários setores para o sucesso da iniciativa.
“Capacitamos funcionários da limpeza, elaboramos e distribuímos panfletos explicativos sobre quais materiais seriam coletados e como deveriam ser descartados”, informou.
Material de casa
Para colaborar com a iniciativa, servidores poderão trazer materiais recicláveis de suas residências. O recebimento no TJ/AL ocorrerá todas as segundas e terças-feiras, das 7h às 9h30 e das 13h às 14h30. Nas segundas, a entrega deverá ser feita no estacionamento interno do Tribunal. Já nas terças-feiras, será na garagem do subsolo. Materiais de informática e roupas (em bom estado de conservação) não deverão ser entregues nesses dias, pois serão objeto de campanhas específicas.
Robertta Farias - Dicom TJ/AL