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TJ discute estratégias para implantação da coleta seletiva solidária
Reunião ocorreu na tarde desta terça-feira (24), na APMP
O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador Washington Luiz Freitas, reuniu-se com servidores da Assessoria de Planejamento e Modernização do Poder Judiciário (APMP) para discutir a implantação da coleta seletiva e solidária, prevista para o mês de junho, na Corte de Justiça estadual. Todo material separado será enviado para a Cooperativa de Recicladores de Lixo Urbano de Maceió (Cooplum).
A iniciativa faz parte do Plano de Logística Sustentável (PSL), estabelecido pela resolução 201 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que consiste em acompanhar os gastos e consumos de cada Tribunal e o impacto ambiental de suas atividades. Washington Luiz destacou a relevância da iniciativa, tanto para o Poder Judiciário quanto para as famílias que dependem da cooperativa como fonte de renda.
“A importância é muito grande porque vamos empreender um programa que vai preservar a natureza, por meio da coleta seletiva do lixo. Vamos colocar em prática um convênio com uma cooperativa, dando um sentido ao lixo que, após coletado, será reciclado e vai gerar lucros para aqueles que desenvolvem essa atividade”, explicou o presidente. No dia do lançamento da campanha, previsto para a segunda semana de junho, no Pleno do TJ/AL, será realizada palestra de conscientização sobre o PSL e a Coleta Seletiva Solidária. Na oportunidade, serão entregues 200 kits contendo amassadores de latinhas e ecobags.
Além de separar o lixo no ambiente de trabalho, magistrados e servidores poderão trazer de suas casas materiais recicláveis para destinar à cooperativa. No final de todo mês, os dois servidores que mais trouxerem materiais serão premiados por empresas parceiras do projeto. O servidor Alexandre Morais, coordenador da Divisão de Projetos da APMP, explicou que serão determinados os dias da semana para a entrega dos materiais trazidos de casa. Ainda de acordo com o servidor, o lixo será pesado e as informações serão repassadas para o CNJ.“Temos como objetivo conscientizar os colaboradores sobre a separação correta do lixo. Não vamos ter aqui aquelas tradicionais cores, vamos simplesmente separar o lixo nas categorias reciclável e não reciclável. A separação mais específica vai ficar por conta da cooperativa. Essa é a maneira mais rápida e menos onerosa para que possamos ajudar na reciclagem”, contou.
Justiça em Números
Durante a reunião, o presidente também discutiu o plano de ação da APMP para obtenção do selo “Diamante”, da Justiça em Números do CNJ. De acordo com o servidor Guilherme Rossilho, o plano já sendo está sendo colocado em prática e contempla cinco linhas de atuação: informações estatísticas, virtualização dos processos, informações orçamentárias e financeiras, tecnologia da Informação e comunicação e acompanhamento das ações.
Robertta Farias - Dicom TJ/AL