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Projeto Escola Livre é tema de debate na TV Educativa de Alagoas
O projeto de lei Escola Livre prevê mudanças na postura dos professores da rede pública estadual em sala de aula. Eles serão impedidos de dar opinião, mantendo "neutralidade" política, ideológica e religiosa perante os alunos.
Sobre o assunto, Anete Carvalho conversou, nesta segunda-feira (23), com o representante do Movimento Brasil Livre, Alessandro Gusmão; que defende o projeto, e a professora Sandra Regina da Paz, pró-reitora de Graduação da Ufal e uma das autoras da Moção de Repúdio à Lei Escola Livre, aprovada pelo Conselho Superior (Consuni) da Universidade Federal de Alagoas. O programa vai às segunda e quinta-feiras, às 12h30, pela TV Educativa Alagoas, com reapresentação às 15 horas.
De autoria do deputado estadual Ricardo Nezinho, do PMDB, a Lei nº 7.800, conhecida como Escola Livre, defende a neutralidade política, ideológica e religiosa do professor em sala de aula. O texto foi publicado no Diário Oficial do Estado no dia 9 maio e já está em vigor.
A lei não agrada a educadores, intelectuais e estudantes, que temem censura no ambiente escolar. Mas há quem defenda o projeto. O movimento Brasil Livre é um deles. Sobre o assunto, Anete Carvalho conversa com Alessandro Gusmão, um dos representantes do movimento.
Bastante criticada por educadores, especialistas e pesquisadores da área de educação, a lei Escola Livre vem sendo chamada de lei da mordaça. O projeto é considerado uma afronta aos direitos de expressão e de liberdade de pensamento dos educadores, pois exige uma postura de neutralidade durante as aulas. No segundo bloco, a apresentadora recebe a professora Sandra Regina da Paz, pró-reitora de Graduação da Ufal, e uma das autoras da Moção De Repúdio contra o Escola Livre.
Fonte: Iranei Barreto/Ascom Seduc