Geral
TJ/AL inaugura videoconferência: “é um divisor de águas”, diz presidente
02/03/2016
Facilidade
De acordo com José Baptista, diretor de tecnologia da informação do TJ, a utilização do sistema é simples e em geral, magistrados e servidores se aprendem a usar logo na primeira vez. “É muito parecido com o equipamento do DVD Player e uma televisão, não há nenhuma dificuldade. Nas varas onde o equipamento é utilizado no computador, também é de simples utilização e lembra bastante as ferramentas como Skype, MSN e etc”, disse.Segurança
As videoconferências utilizam o Data Center do Tribunal de Justiça, onde é feita toda a gerência e gravação das audiências. Não há risco, portanto, de interceptação, vazamento de informação, ou de perda da gravação. “É um equipamento de última geração desenvolvido pelo mercado americano com todas as garantias necessárias para que haja disponibilidade e que segue as mesmas regras da disponibilidade do processo digital eletrônico”, garante Baptista.Julgamentos colegiados
Além do uso em interrogatórios de réus e oitivas de testemunhas, o sistema de videoconferência permitirá, num próximo momento, que os julgamentos colegiados do Tribunal de Justiça sejam feitos eletronicamente. O desembargador Domingos Neto, autor da emenda regimental e da resolução que normatizam o uso de videoconferência para os julgamentos, ressalta que esse recurso já é uma realidade nos tribunais superiores, no Conselho Nacional de Justiça e em alguns tribunais estaduais. “A grande vantagem é uma sessão rápida, sem maiores burocracias, com acesso remoto do julgador, da onde ele estiver, não havendo uma necessidade de uma reunião formal no plenário. O desembargador pode estar na sua residência, em seu gabinete ou participando de um congresso. Até através de um smartphone ele pode se fazer presente na sessão e acelerar o julgamento dos processos”, pontuou Domingos Neto.Últimas notícias
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