Geral
Projeto inovador da Ressocialização promete mudar vida de mulheres encarceradas
26/02/2016
Regras
Entretanto, para fazer parte da futura unidade feminina, as reeducandas deverão demonstrar interesse e dedicação. Além de trabalhar e estudar, será preciso obedecer as regras para boa convivência, prezar pela solidariedade, organização e respeito perante os servidores penitenciários, além de executar com fidelidade as tarefas diárias para manter a ordem e a limpeza da unidade. Para assegurar que os parâmetros sejam cumpridos, uma equipe multidisciplinar do Núcleo Ressocializador da Capital, formada por psicólogas, assistentes sociais, gerência de inteligência, gerência de segurança e chefia do prontuário de atendimento, iniciou esta semana um processo seletivo para avaliar o perfil das custodiadas que têm interesse em fazer parte do Núcleo Feminino. A psicóloga da Seris Luisa Amorim afirma que o processo está sendo desenvolvido inicialmente por meio de entrevista. Dentre os critérios, são analisadas as perspectivas para o futuro, a relação familiar, situação sócio econômica e vida carcerária. “Queremos trazer o diferencial para um recomeço de vida, com respeito, oportunidade e uma convivência harmônica”, salienta. Lindinalva de Jesus, com 20 anos e dois filhos, é uma das 45 reeducandas sentenciadas que buscam ingressar no Núcleo. “Assim que soube dessa oportunidade, procurei a gerência do Presídio Santa Luzia para participar do processo seletivo. Antes de ingressar na unidade, trabalhava com artesanato. Agora espero ser selecionada para retomar meu trabalho e também estudar”, revelou.Últimas notícias
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