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Casos de dengue em Alagoas caem mais de 31% em janeiro deste ano
04/02/2016
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Ainda segundo a Vigilância Epidemiológica da Sesau, em janeiro deste ano não ocorreu nenhum óbito por dengue. Quanto à situação epidêmica, apenas o município de Olivença encontra-se nesta situação, por apresentar taxa de incidência superior a 300 casos notificados para cada 100 mil habitantes. Já os municípios de Arapiraca e Junqueiro estão em situação de alerta, por apresentarem taxa de incidência em 100 e 300 casos notificados para cada 100 mil habitantes. Outros 22 municípios alagoanos apresentam taxa de incidência inferior a 100 casos para cada 100 mil habitantes e, em 77 dos 102 municípios do Estado, não houve notificação de casos de dengue. Com relação à chikungunya, são 129 casos confirmados e 34 de zika vírus.Recomendações
Rozangela Wyszomirska destacou que o combate ao Aedes aegypti, responsável por transmitir a dengue, chikungunya e zika vírus, prevê que os agentes de endemias municipais devem intensificar as visitas domiciliares, visando orientar os moradores sobre a importância de manter limpas as residências. Já os gestores municipais devem realizar a busca ativa por focos do mosquito, promover a limpeza dos logradouros públicos, a coleta periódica do lixo domiciliar, notificação aos proprietários de terrenos e imóveis abandonados e conscientizar a população com campanhas educativas. Atuação que, segundo a secretária de Estado da Saúde, requer um trabalho integrado por parte dos técnicos municipais da Atenção Básica e Vigilância Epidemiológica. “Para combater a dengue, chikungunya e zika, não é necessário grande investimento financeiro, além daqueles que já são realizados com os recursos destinados à Atenção Básica e à Vigilância Epidemiológica. É necessário organização, otimização, estruturação e educação doméstica”, defendeu. Isso porque, ainda de acordo com Rozangela Wyszomirska, 70% das ações de prevenção ao Aedes aegypti são de responsabilidade da população, que deve tampar as caixas de água, limpar os quintais e calhas, além de não cultivar plantas aquáticas nas residências. No entanto, é necessário que os gestores municipais possam investir na conscientização, informando a todos sobre a prevenção, sintomas e tratamento da dengue, chikungunya e zika, que pode estar atrelado ao aumento dos casos suspeitos de microcefalia, que já são 185 em Alagoas.Últimas notícias
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