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Secretário pretende implantar ensino bilíngue em escolas de Palmeira

03/02/2016
Secretário pretende implantar ensino bilíngue em escolas de Palmeira
O secretário de Educação de Palmeira dos Índios, Luiz Lobo, está analisando as possibilidades para a implantação da primeira escola bilíngue do município. A proposta, que é uma iniciativa pioneira no Nordeste, funcionará em etapas da educação infantil, nas escolas de tempo integral do município, como um ambiente facilitador do aprendizado na infância. A Semed irá basear-se numa proposta em que a Língua Portuguesa se constitui como primeira língua, e a Língua Inglesa - nas modalidades escrita e falada - como segunda. Para Luiz Lobo, aprender uma nova língua pode ser mais fácil para as crianças. “É um grande e importante passo que a gestão está dando para garantir o aprendizado e a preparação para, num futuro próximo, a inclusão no mercado de trabalho aconteça com mais facilidade”, avalia o secretário de Educação. Há estudos que apontam que a área do cérebro responsável pela linguagem está mais ativa nos primeiros anos de vida. Por essa razão, aprender uma nova língua pode ser mais fácil para crianças e adolescentes. As pesquisas demonstram que a partir de dois anos de idade já é ideal para a criança aprender. Uma equipe técnica da Semed já entrou em contato com uma empresa canadense, que é referência no ensino bilíngue no Brasil, para fazer o estudo sobre o investimento financeiro. A empresa atende todos os parâmetros curriculares estabelecidos pelo Ministério da Educação do Brasil. Um documento já está sendo elaborado para estabelecer os princípios pedagógicos, a metodologia e o funcionamento da primeira unidade de ensino. Em seguida, o projeto será apresentado à população. O secretário da Educação ressalta a importância da implantação desse projeto. “Fizemos pesquisas em algumas escolas públicas que já utilizam essa metodologia de ensino e constatamos sua eficácia. Como a dificuldade para o adulto é muito maior, na infância as crianças aprendem com tranquilidade e sem conflitos”, conclui Luiz Lobo.