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Agentes comunitários continuam a ser treinados para o combate do Aedes aegypti

26/01/2016
Agentes comunitários continuam a ser treinados para o combate do Aedes aegypti
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) continua a oferecer treinamento aos agentes comunitários de saúde no combate ao mosquito Aedes aegypti. Nesta segunda-feira (25), estiveram na Gerência de Atenção Básica os agentes das I e II Região de Saúde, onde puderam dialogar sobre o planejamento das futuras ações e serem informados a respeito da situação de Alagoas. Para reforçar as ações voltadas ao controle e redução dos riscos em saúde pelas equipes da Atenção Básica, o Ministério da Saúde (MS) pôs em vigor a portaria 2.121, de 18 de dezembro de 2015. Segundo ela, os agentes comunitários de saúde devem atuar em conjunto com os agentes de controle de endemias, no combate ao mosquito. “No artigo 2º, sobre a portaria 2.488, de 21 de outubro de 2011, está escrito que ‘ocorrendo situação de surtos e epidemias, executar em conjunto com o agente de endemias ações de controle de doenças, utilizando as medidas de controle adequadas, manejo ambiental e outras ações de manejo integrado de vetores, de acordo com decisão da gestão municipal’. Desse modo, estamos oferecendo capacitações para uma melhor atuação desses profissionais”, justificou a secretária Rozangela Wyszomirska. Os treinamentos na Sesau estão em fase de conclusão e contam com a participação também das equipes de Vigilância Epidemiológica, da Atenção Básica e dos próprios agentes de combate às endemias. “Agora eles irão para uma capacitação que acontecerá dentro dos municípios e nela haverá o planejamento sobre o calendário para a conclusão das visitas nas zonas urbana e rural”, explicou a gerente de Atenção Básica da Sesau, Tânia Queiroz. Pilar é um dos municípios que esteve presente no treinamento. Apesar de o surto estar controlado na cidade, os cuidados devem ser contínuos. “Não podemos relaxar, senão o mosquito toma conta. E como estamos próximos a muitas cidades, inclusive Maceió, esses treinamentos também são importantes para sabermos como está a infestação nas cidades vizinhas, uma vez que o mosquito pode cruzar a fronteira”, salientou o coordenador de endemias, Vandir Santos.