O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) vai implantar coleta seletiva em sua sede. A expectativa é que o trabalho, feito em parceria com a Cooperativa de Recicladores de Lixo Urbano de Maceió (Cooplun), comece no final de fevereiro. Na próxima segunda-feira (18), às 15h, a Comissão de Meio Ambiente do TJ/AL se reúne com integrantes da Cooplun para traçar as últimas etapas do projeto. Estima-se que 1.100 kg de papelão, plástico, alumínio, papel, vidro, ferro, embalagens tetrapak, entre outros materiais, seja enviada à cooperativa mensalmente. Para isso, o TJ/AL já adquiriu coletores de lixo e concentradores. Serão disponibilizados ainda três pontos para recolhimento de baterias de celulares, visando ao descarte consciente. “Trata-se de um projeto-piloto, que esperamos que seja bem-sucedido. Nosso objetivo é levar a iniciativa para as demais unidades judiciárias da Capital e do Interior”, afirmou Alexandre Moraes, integrante da Comissão de Meio Ambiente. Ainda segundo ele, será feita uma conscientização dos servidores para que abracem a causa. Funcionários que atuam na limpeza do Tribunal também passarão por treinamento. “Nos testes que realizamos ano passado vimos que precisa haver bastante treinamento em relação aos materiais a serem recolhidos. É importante também que os servidores tenham atenção na hora de separar os resíduos reaproveitáveis dos não aproveitáveis”. Alexandre Moraes explicou que nos departamentos e gabinetes do TJ/AL serão colocadas lixeiras com sacos azuis, que deverão receber os materiais recicláveis. “Além da coleta interna, servidores poderão separar os materiais em suas casas e trazer para o Tribunal, que contará com coletores no lado de fora”, ressaltou. A coleta seletiva de resíduos integra o Plano de Logística Sustentável do Poder Judiciário de Alagoas e segue determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).