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IX Festival Pluricultural celebra a cultura popular brasileira, por meio da educação

24/11/2015
IX Festival Pluricultural celebra a cultura popular brasileira, por meio da educação
Na última sexta-feira (20), dia da Consciência Negra, o Governo Municipal de Delmiro Gouveia – motivando a celebração e disseminação da cultura popular brasileira, por meio da educação – apresentou o IX Festival Pluricultural das escolas municipais do lado oeste do município. O evento realizado no Distrito de Barragem Leste, reuniu as comunidades circunvizinhas. Em resgate e valorização à cultura afro-brasileira, instrumento de fundamental importância para a formação da identidade nacional de crianças e adolescentes, a festividade lembrou a história do negro no Brasil, provocando reflexão e encorajando nossos jovens a lutar pela igualdade de direitos em nosso país. O tradicional evento, neste ano contou com a participação do CASCA (Centro de Ação Social para Crianças e Adolescentes), que abriu as festividades, com a execução do Hino Nacional. As escolas municipais Castro Alves, do Distrito de Barragem Leste; Rui Barbosa, do Povoado São Sebastião e São Francisco, do Acampamento Juá encantaram a todos os presentes com manifestações afro-brasileiras. A Escola Municipal José Correia Filho, do Povoado Jardim Cordeiro, representou a historia do Cangaço. A Dança do Coco, apresentada pelo Casca, foi bela demonstração de herança preservada, a qual representa as raízes afro-brasileiras. A opressão vivida em momento de luta no país, o qual a música simbolizava o desabafo de uma sociedade oprimida, foi apresentada pela Escola particular Jeito de Ninar, do Distrito de Barragem. À luz do tema “Consciência Negra todos os dias”, as Escolas Municipais Gaudêncio Lisboa, do Povoado São José e Manoel Moura de Souza, do Distrito de Barragem, abrilhantaram ainda mais o evento. Representantes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e do PAS (Plano de Ação Socioambiental), enriqueceram ainda mais o evento, que ainda foi propício ao lançamento do livro que conta a história de pessoas que moravam e trabalhavam na antiga Usina do Angiquinho – sob responsabilidade da escola Manoel Moura. O público pôde ainda, passear pelos estandes com painéis fotográficos das atividades educativas realizadas rotineiramente nas escolas participantes, e outros estandes com comidas regionais.